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Governo pressiona, mas sindicatos não aprovam fim da greve do INSS

Redação por Redação
30 de agosto de 2024
em Geral

Apesar da pressão por parte do governo pela assinatura de um acordo que encerraria a greve no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), iniciada há mais de um mês, não houve consenso entre os representantes dos trabalhadores e a paralisação continua.

O INSS afirma que a maior pendência é com a Fenasps (Federação Nacional de Sindicatos de Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social), mas considera que o acordo para acabar com o movimento já estaria firmado.

Isso por ter obtido, nesta quinta-feira (28), o aceite da CNTSS (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social), ligada à CUT (Central Única dos Trabalhadores).

“Como a CNTSS tem representatividade sindical, tem carta sindical e representa uma boa parcela dos servidores, esse acordo já está assinado. As demais entidades assinarão acordos aditivos junto ao que foi assinado na noite de ontem”, informou o órgão.

Já Thaize Chagas, diretora da Fenasps e do Comando Nacional de Greve, afirma que a grande maioria das reivindicações da categoria ficou de fora da proposta e, por esse motivo, a greve continua.

“Nas reuniões, o governo recusou todas as propostas e reafirmou o reajuste oferecido ao conjunto do funcionalismo”, diz Thaize.

A Condsef (Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal), por sua vez, recusou na noite desta quinta-feira (29) a proposta apresentada ao funcionalismo.

A negociação com a direção da CNTSS foi realizada com a participação do ministro da Previdência, Carlos Lupi, e o presidente do instituto, Alessandro Stefanutto, que estimou que os serviços já voltariam a funcionar totalmente a partir desta sexta.

O acordo prevê a reestruturação da remuneração de cargos de nível superior e intermediário, o reposicionamento dos atuais servidores em janeiro de 2025, o reajuste da remuneração de ingresso na carreira e o aumento da gratificação chamada de GDASS.

Segundo o acordo, a reestruturação acontecerá em duas etapas: a primeira em janeiro de 2025 e a segunda em abril de 2026.

A Fenasps critica o projeto e avalia que a proposta não considera a ausência de reajuste da categoria por mais de seis anos.

O Ministério de Gestão chegou a enviar um convite à Fenasps para a assinatura do termo do acordo, mas a federação não enviou representantes.

“Afirmamos que não iríamos, pois não tínhamos recebido nenhuma proposta de acordo com as tratativas feitas na quarta e quinta-feira e que isto se parecia mais com um ultimato. Na nossa entidade, nenhuma decisão é tomada sem consultar a base da categoria”, diz Thaize Antunes.

“Informamos ontem [quarta-feira] ao ministro que era possível fazer a reserva da dotação orçamentária que eles já tinham oferecido e garantir a continuidade da negociação com o cumprimento do acordo de greve de 2022, em especial aqueles da carreira que não têm impacto financeiro”.

Por Laryssa Toratti e Júlia Galvão – Folha Press em ES Hoje

Tags: Governogrevegreve do INSSINSSnão aprovampressionasindicatos
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